Google Penguin Update
Saudações, amigos da MestreSEO!
Estavam com saudade do MestreCast? Estavam na bronca? Reclamaram muito da gente?
Ok, vocês têm toda razão. Nós falhamos, nós ficamos ausentes, mas cá estamos de novo para mais uma edição deste querido podcast. O programa 60 está no ar e é especial.
Pegando o gancho num dos temas mais quentes do momento, o Penguin Update por parte do Google, nós reunimos nosso time e trouxemos um convidado pra lá de especial para debater tudo que vem acontecendo acerca do assunto.
Fábio Ricotta e Frank Marcel dividem a bancada com o grande Cassiano Travareli – sim, ele mesmo! – que faz a sua estréia em nossa mesa virtual de debates. Cassiano acrescentou bastante à discussão, especialmente por ter tido contato mais próximo com a atualização.
Confira tudo sobre o temido Pinguim e já saia do programa com diversas dicas de como se proteger ou se recuperar, em caso de punição.
Links Comentados
Whiteboard+ do Rand Fishkin – Google+
Auditing your Link Building Portfolio before Google’s Over-Optimization Penalty Hits
Update: Google “Bad” SEO Update – Now named Penguin Update
Google Penguin Update Recovery Tips & Advice
Google Launches “Penguin Update” Targeting Webspam In Search Results
Penguin Analysis: SEO Isn’t Dead, But You Need to Act Smarter (And 5 Easy Ways to Do So!)
Músicas desta Edição
Sebteix – Tout pour le groove (album)
Revolution – Habitual Ritual
Revolution – Weekend Amnesia
Revolution – Obscure Terrain (end)
MestreCast #60
Estamos no iTunes!
MestreCast no iTunes
Artigo produzido por MestreSEO, empresa especializada em Otimização de Sites. Não perca a oportunidade de conferir as nossas ferramentas de SEO.
Artigo Original: Google Penguin Update
Curso de SEO
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Configuração de Relatórios Personalizados
Ideias gerais
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Artigo Original: Configuração de Relatórios Personalizados
Curso de SEO
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Entrevista com Martha Gabriel
Olá leitores da MestreSEO,
Hoje eu tenho o imenso prazer de trazer, pela primeira vez, uma das maiores profissionais de marketing do Brasil para contar um pouco de sua jornada, ideias, inspirações e conceitos. A Martha Gabriel é a nossa convidada e de antemão, eu gostaria de agradecê-la pela oportunidade da entrevista e mais, pela oportunidade de escrever o prefácio da 2ª edição do seu livro que fala sobre Search. Sem dar mais pistas sobre o que vem pela frente, vamos lá, com vocês, Martha Gabriel:
Martha Gabriel, seja bem-vinda ao nosso blog! Você poderia contar para os nossos leitores quem é a Martha?
É um grande prazer participar do blog do MestreSEO. Sou fã do trabalho de vocês!
Para me apresentar para os leitores, acho que o que melhor me define é o fato de eu ser uma pessoa que vive intensamente, apaixonada pela vida e que acredita que a educação é a arma mais poderosa para transformar o mundo. A educação e conhecimento norteiam a minha vida desde que me lembro por gente :-)
Em termos mais técnicos, sou engenheira civil (UNICAMP), pós graduada em Marketing (ESPM), pós graduada em Design Gráfico (Belas Artes de SP), mestre e doutoranda em Artes (ECA/USP), autora de 4 livros, incluindo o best seller “Marketing na Era Digital” e o “SEM e SEO: Dominando o Marketing de Busca”, em cuja 2a edição recém lançada tive o prazer de ter o prefácio escrito por você (obrigada novamente!). Ministro palestras no Brasil e no exterior como keynote speaker, completando esse ano 50 palestras apresentadas entre USA, Europa e Ásia. Sou também artista — meus trabalhos são apresentados em diversos países — Espanha, Irlanda, USA (New York), Macedônia, China, Japão, Singapura, e também no Brasil.
Você está lançando a 2ª edição do seu livro, o “SEM e SEO: Dominando o Marketing de Busca”. Qual a principal mensagem que o seu novo livro está trazendo ao público?
Acredito que desde a primeira edição do livro a mensagem principal é mostrar a importância da busca no cenário digital e como desenvolver estratégias de marketing de busca. Nessa 2a edição, mantive a estrutura principal do livro, focada na metodologia de desenvolvimento de um plano de marketing de busca, mas atualizei todos os capítulos com as transformações que a busca sofreu nos últimos 3 anos, desde o lançamento da 1a edição em 2009. Aproveitei para também ampliar o conteúdo do livro com mais informações e links complementares que podem ser acessados por QRcodes.
Eu tive a oportunidade de ler o seu novo livro em primeira mão e achei a sua conexão entre o marketing tradicional com o marketing online fabulosa. Você poderia trazer um pouco da sua visão para os nossos leitores?
Sim, com prazer! Ao meu ver, o marketing é um só e as plataformas tradicionais e digitais se complementam o tempo todo para formar os melhor mix de comunicação. O digital sem o OFFline é manco, e o OFFline sem o digital é limitado. Além disso, acredito que para atuar com marketing nas plataformas online ou digitais, antes de tudo é preciso conhecer marketing, ou seja, compreender as dinâmicas de mercado e as disciplinas tradicionais que o regem – estratégia, planejamento, pesquisa de mercado, marketing de relacionamento, branding, entre muitas outras. A compreensão das disciplinas de marketing aliada ao conhecimento das plataformas estratégicas — sejam elas tradicionais (jornal, radio, TV, revistas, etc.) ou digitais (busca, mídias sociais, mobile, etc.) – leva à otimização dos resultados focados nos públicos-alvo.
Martha, como você vê o ambiente de Social Media integrando cada vez mais com a área de Search? Você, como grande profissional e visionária, concorda que o Google (e outros mecanismos de busca) devam extrair mais informações das pessoas para influenciar a ordem dos resultados de busca?
Temos testemunhado uma crescente interdependência da busca e das mídias sociais nos últimos anos – cada vez mais uma alimenta e depende da outra. Dessa forma, as estratégias de busca dependem cada vez mais de estratégias em mídias sociais (SMM) para conseguir relevância e personalização de resultados. Por outro lado, todos os objetos sociais (perfis, posts, textos, videos, localização, etc.) precisam cada vez mais de serem encontrados nas redes e no ambiente digital, dependendo, assim, cada vez mais de estratégias de busca – tanto paga, quanto orgânica.
Apesar de concordar que a extração de informações das pessoas e suas redes sociais pode favorecer a obtenção de relevância dos resultados de busca, por outro lado acredito que esse processo deveria ser muito mais discutido pela sociedade pois existem implicações de privacidade que talvez não fiquem muito claras inicialmente. Por exemplo, hoje, quando faço uma busca por “terrorismo” ou “aborto” ou “pena de morte” no Google, verei os perfis dos “meus amigos” que também fizeram busca por esses termo e eles eventualmente poderão influenciar os resultados que aparecem para mim. Nesse momento, podemos nos perguntar se saber quem já buscou por esses termos polêmicos não poderia levar a julgamentos ou interpretações inadequadas dessas pessoas. Na minha opinião, isso é uma exposição de privacidade dessas pessoas, que no modelo atual da busca no Google fica difícil de controlar. Os meus questionamentos não são apenas com o Google mas com o processo de nos “cloudificarmos” sem questionarmos quais as consequências, boas ou ruins, que podem resultar desse processo.
Qual a sua recomendação para quem está focado em marketing tradicional e deseja explorar mais a área de marketing online? Qual a principal dica que você daria para este tipo de profissional?
Para quem já tem os conhecimentos de marketing tradicional, aconselho fazer cursos que ampliem a sua formação para incluir as plataformas digitais e as novas habilidades necessárias no novo cenário, como integrar os ambientes ON e OFF, mensuração, etc.
Para quem ainda não conhece marketing e quer atuar com marketing nas plataformas digitais, aconselho que faça um curso de marketing primeiro ou um curso de marketing que já englobe o digital. Mas é essencial que as disciplinas tradicionais de marketing estejam presentes no programa – como já mencionei, para fazer marketing no ambiente digital é preciso conhecer tanto o marketing quanto as plataformas digitais.
Em termos de cursos na área de marketing (e marketing online), quais as pós graduações e cursos de especialização você indica?
Eu sou suspeita para responder essa pergunta pois criei junto com Philip Kotler e sou coordenadora do MBA em Marketing da HSM Educação. Assim, esse é o curso que indico para especialização na área de marketing — como acredito que existe apenas um marketing, que engloba o ambiente digital, esse curso foi criado com esse conceito em mente.
Para quem já tem conhecimentos em marketing e gostaria de complementar a formação se especializando nas plataformas digitais, existem inúmeros cursos de curta duração com foco específico em cada disciplina digital – busca, mídias sociais, mobile, mensuração e métricas, etc. — como os que vocês ministram na Mestre SEO, por exemplo, que são excelentes. As opções no mercado nacional são inúmeras, tanto em termos de tempo de duração quanto em investimento. A coisa mais importante na hora de escolher esses cursos mais curtos é avaliar a qualidade e experiência do(s) profissional(is) que os ministra(m) e a credibilidade da instituição que os oferece.
Eu tive a oportunidade de aprender com você em suas palestras o conceito de transmídia. Você poderia comentar com os nossos leitores um pouco deste conceito e sua visão de como o marketing “offline” pode/está influenciando as pesquisas no online?
Transmídia é o processo de se transmitir uma mensagem ou contar uma estória que transcenda uma única mídia de forma que cada mídia ou dispositivo diferente usado para transmitir a mensagem/estória contribua com suas forças e potencialidades. Ou seja, em um processo transmídia, várias mídias contribuem para construir uma mensagem/estória maior, que é composta por todas. Quando o que se transmite é uma estória, o processo é chamado de transmedia storytelling.
Apesar do conceito e processo de transmedia storytelling não serem novos, no cenário atual a transmídia passa a ser uma das melhores soluções para se desenvolver estratégias de marketing 360. Hoje, a comunicação de marketing é caracterizada por: a) proliferação de mídias que torna o ambiente altamente fragmentado; b) processo informacional cada vez mais rápido e eficiente para a criação e propagação de conteúdos; c) economia da atenção: as pessoas só prestam atenção no que é relevante para elas em meio a um tsunami de informações. Esses fatores são extremamente propícios para o desenvolvimento de estratégias trasmídia.
Quanto à influência do marketing offline no online, acredito que o processo seja mútuo – um alimenta, influencia e afeta o outro. Por exemplo, a televisão muitas vezes pauta os assuntos no Twitter e, ao mesmo tempo, as mídias sociais têm influenciado na programação da televisão. A navegação em segunda tela, ou cross-screen, é um processo cada vez mais comum – as pessoas assistem TV enquanto navegam em seus dispositivos móveis (tablets ou smartphones) e o que acontece na TV alimenta as suas redes sociais. Por outro lado, como essa tendência é cada vez mais forte, muitas ações de televisão ao vivo têm sido planejadas para a participação da segunda tela, como aconteceu no Super Bowl nesse ano (veja, por exemplo, este artigo). ON e OFF estão cada vez mais ONE.
Temos tantos conceitos e práticas no marketing online hoje, com muitos profissionais atuando em diversas funções. Pra você, Martha, para onde vamos nessa área? Quais são suas impressões para o marketing digital para um futuro próximo?
Acredito que o que está acontencendo hoje com o marketing no ambiente digital é o mesmo processo que aconteceu no começo da internet. Naquela época, 1995, existia a figura do “webmaster”, que era uma pessoa única que deveria fazer tudo em um website – design, programação, conteúdo, configuração de server, relacionamento com os públicos, etc, etc, etc. Com o amadurecimento da internet, várias áreas profissionais foram se desenvolvendo em torno do desenvolvimento de sites – hoje um site profissional conta com designers, arquitetos da informação, especialistas em métricas, programadores, conteudistas, jornalistas, profissionais de relacionamento, e assim por diante. A multidisciplinaridade integrando diversos tipos de profissionais foi o caminho natural.
Hoje, o mesmo processo se repete com o marketing no ambiente digital — ele está amadurecendo para se tornar cada vez mais multidisciplinar e colaborativo. A integração das inúmeras plataformas digitais com as plataformas tradicionais alinhadas por uma estratégia de marketing é muito mais complexa do que o desenvolvimento de um website. Assim, acredito que cada vez mais teremos uma configuração de equipes de marketing como uma orquestra — um “maestro”(CNO – Chief of Network Officer) e os diversos músicos que entendam e toquem muito bem os seus instrumentos, de forma que o resultado final seja uma música com total harmonia que encante e cative o público.
Tenho acompanhado as suas viagens ao redor do mundo para divulgar mais o seu conhecimento. Saindo um pouco do marketing, mas indo um pouco para o lado pessoal: quais os 3 lugares do mundo que mais lhe impressionaram? Quais paisagens?
Realmente eu viajo muito a trabalho, mas sempre viajei muito também por prazer. Na minha opinião, as viagens são momentos que intensificam a nossa existência — ampliam os nossos valores e nos tornam mais humildes. Sempre que abandonamos o familiar em direção ao desconhecido, nos transformamos em crianças novamente, seres que precisam dos outros para poder atuar no mundo. Quando estou em um país cuja lingua não domino, passo a depender dos outros o tempo todo para poder me alimentar, passear, etc. Quando nos deparamos com realidades e valores muito diferentes dos nossos, ampliamos nossos pontos de vista e abraçamos novas perspectivas. Assim, as viagens que mais gosto são as que me levam para lugares bastante diferentes do meu mundo.
Eu gosto muito da Europa, principalmente da Itália, mas as 3 viagens que mais me encantaram até o momento foram na África e Ásia – Tunísia, Turquia (Euro-Ásia) e Sri Lanka. A Tunísia concentra uma história densa e interessantíssima dentro de uma área do tamanho do estado de São Paulo – como a Tunísia fica no extremo norte da África, a 50 km apenas da Sicília (Itália, Europa), por lá passaram quase todas das mais importantes civilizações conhecidas, reunindo um dossiê histórico e geográfico fantástico – ruínas de Cartago, a ilha de Djerba, o deserto do Saara, os bérberes, medinas, coliseu romano. A Turquia é um país riquíssimo em história e tem raízes relacionadas com quase todas as civilizações na antiguidade. Além disso, a paisagem é belíssima, principalmente na Capadócia — surreal. O Sri Lanka é particularmente interessante pela coexistência de hinduísmo e budismo e pelos sitios antigos preservados como a citadela de Sigiriya e os templos e estátuas gigantes budistas… é uma viagem no tempo, parece que estamos dentro de um filme.
Por fim, você gostaria de deixar uma mensagem final para os nossos leitores?
Quem me conhece, sabe que adoro frases! Assim, fica aqui como reflexão, uma das minhas favoritas:
“Que os nossos esforços desafiem as impossibilidades. Lembrai-vos que as grandes proezas da história foram conquistas daquilo que parecia impossivel.” — Charles Chaplin
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Artigo Original: Entrevista com Martha Gabriel
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Funil MultiCanal no Google Analytics – Assistência e Conversão
No último ano aconteceu uma das atualizações mais importantes no Google Analytics, a inserção dos relatórios de “Funil Multicanal.” O principal propósito deste grupo de relatórios é nos permitir enxergar melhor como os diferentes canais (fontes de tráfego) estão envolvidos no processo de conversão dos visitantes do site, ou seja, oferece uma visão sobre:
- Quantas vezes as pessoas acessam o site antes de converter (comprar, assinar, enviar o formulário de contato, …);
- E de quantas formas diferentes elas acessam (por busca orgânica, acesso direto, redes sociais, busca paga, …)
Com esta visão mais generalizada, considerando o exemplo da imagem anterior, é possível notar que apesar de o último canal antes da conversão ter sido um acesso direto ao site, antes desse acesso direto, social media e busca orgânica foram 2 canais que também participaram do processo de compra. Talvez, uma promoção ou novidade disparada em redes sociais serviu para notificar as pessoas da novidade; em um segundo momento, elas fizeram busca orgânica para re-encontrar a novidade (e talvez marcá-la nos favoritos); e, finalmente, por um acesso direto, a conversão aconteceu.
O Funil Multicanal tem como principal função contar exatamente esta história: como os diferentes canais de visitas se relacionaram antes de uma conversão acontecer. Até antes do Multicanal, nossa visão ficava limitada a ver que o último canal da história gerava conversão. Com o Multicanal, é possível ver mais canais envolvidos e perceber como eles interagem.
Mais uma vez: na história de exemplo da imagem, eu vejo que o acesso direto foi o último passo da conversão, mas se eu não tivesse disparado uma ação em redes sociais e se não estivesse bem posicionado na busca orgânica relacionada, talvez as pessoas nunca chegassem a fazer o acesso direto, nem a conversão no site.
É esta visão maior de toda a história que o Funil Multicanal oferece e, por consequência, permite ver que todos estes canais de tráfego estão relacionados as conversões do site: como, com qual frequência e quanto cada canal tem colaborado nas conversões gerais do site. Simplesmente genial.
Por padrão, o Google Analytics guarda essas informações dos visitantes pelo intervalo de 30 dias: quantas interações com o site, quantos canais diferentes, quantas conversões, etc. É possível alterar este intervalo, mas esta configuração fica para um próximo artigo; por enquanto, vamos nos ater a entender as informações prestadas nos relatórios – E prepare a sua xícara de café, tem bastante informação vindo por aqui!
Relatórios do Funil Multicanal do GAComo se trata de um sistema para análise de conversão, naturalmente, é preciso que você tenha no seu site a configuração de alguma forma de conversão: Goals (Metas) e/ou Ecommerce.
Suprido este pré-requisito, o Multicanal fica pronto para você usar e abusar das informações, mas com inteligência. Meus menus preferidos são o segundo “Assisted Conversions” e o terceiro “Top Conversion Paths,” que são aqueles onde se vê a mágica do Multicanal.
Para um melhor entendimento, vamos ver ao longo do artigo o seguinte cenário em Assisted Conversions (clique para abrir ampliado em nova janela/aba):
O que esta tabela informa é que o acesso direto participou de 31 conversões (não necessariamente sendo o último canal, ou único); busca orgânica participou de 20 conversões; tráfego de referência, 3; redes sociais, 3; busca paga, 2. Ou seja, estes foram os canais/fontes de tráfego que participaram das conversões do site, ora interagindo um com outro, ora sendo a última interação para conversão, enfim, diversas maneiras que são visíveis no Top Conversion Paths, que está um pouco mais a frente neste artigo.
Antes, os itens da tabela anterior:
- Basic Channel Grouping: O nome do grupo de fonte de tráfego (direto, busca orgânica, paga, referência, …)
- Assisted Conversions: Em quantas conversões o canal se envolveu, mas não foi o último passo
- Assisted Conversion Value: Qual o valor gerado pelos processos de conversão que o canal se envolveu
- Last Interaction Conversions: Em quantas conversões o canal foi o último passo (mesmo que o caminho de conversão tenha sido somente 1 passo)
- Last Interaction Conversion Value: Qual o valor gerado pelo canal quando ele foi o último passo antes da conversão (mesmo que tenha sido o único passo – neste caso não tem assistência, somente conversão final)
- Assisted / Last Interaction Conversions: Este é o mais engenhoso, é a divisão simples de Assisted Conversions/Last Interaction Conversions, mas seu resultado é de grande importância: oferece uma métrica sobre quanto um determinado canal é importante nas conversões.
Por exemplo, na tabela de exemplo, Organic é o segundo canal de maior número de assistências, porém, é o que tem maior valor na divisão (Assisted/Last), ou seja, ele tem muita força na assistência a conversões, embora não seja forte como último canal (provavelmente ele é um impulsionador para que as pessoas cheguem até o último canal – sem ele, provavelmente, menos pessoas chegariam ao último canal e à conversão).
É possível entender melhor estas assistências e conversões de última interação ao olhar o meu segundo menu favorito: Top Conversion Paths. Para o cenário da tabela anterior, veja a imagem abaixo sobre os principais caminhos de conversão com pelo menos 2 passos (clique para ampliar em nova aba/janela):
Se você ainda não abriu as imagens em abas/janelas separadas, faça-o agora – Será importante para o fluxo do artigo.
As colunas exibidas agora são somente 3:
- Basic Channel Grouping Path: os caminhos percorridos para acontecerem conversões, ou seja, justamente os canais envolvidos em cada passo dos visitantes até chegarem a conversão
- Conversions: quantas conversões aconteceram em um determinado caminho
- Conversion Value: O valor gerado por aquele caminho de conversão
Agora vem o mais importante da interpretação do Funil Multi-canal: Veja na tabela Assisted Conversions que Social Network está associada a 3 assistências a conversão que geraram o valor $3.00 para o site; e também a 1 Last Interaction, que gerou valor 1. Para entender exatamente o que isto significa, veja na tabela Top Conversion Paths que o canal Social Network se envolveu em 4 caminhos de conversão:
- Linha 6: penúltimo passo antes da conversão (conta para Assisted Conversions)
- Linha 23: último passo antes da conversão (conta para Last Interaction Conversion)
- Linha 24: segundo passo no caminho de conversão (conta para Assisted Conversions)
- Linha 25: 3 primeiros passos no caminho de conversão (conta como 1 Assisted Conversion, embora tenha acontecido 3 vezes no caminho)
Ou seja, o valor registrado no Assisted Conversions é uma contagem simples de quantos caminhos o canal esteve envolvido sem ser o último passo. O Last Interaction Conversion é uma contagem simples de quantas vezes o canal foi o último passo do caminho de conversão.
E se o canal se envolver no processo e ainda for o último canal de conversão? Neste caso, o GA vai contar isoladamente as duas participações, ou seja, uma coisa não exclui a outra. Na linha 12 da tabela Top Conversion Paths, o caminho de conversão é aberto pelo canal Direct, seguido por 2 interações de busca orgânica e encerra com acesso pelo Direct novamente. Neste caso, o canal Direct leva uma Assisted Conversion por ter participado do caminho sem ser o último passo e leva um Last Interaction Conversion por ter sido o último passo para conversão.
Isso nos leva para o dilema: e como o valor gerado é atribuído a Assisted ou Last Interaction Conversion? É a mesma lógica da contagem de assistências e última interação: Se o canal participou de um caminho que gerou o valor 1 e outro caminho que gerou o valor 5, então seu Assisted Conversion Value é 6, a soma simples de valores gerados por caminhos de conversão que o canal participou.
Da mesma forma, o Last Interaction Value de um canal é atribuído pela soma de todos valores gerados nos caminhos de conversão em que este canal foi o último passo para conversão. Voltando ao exemplo sobre Social Network:
- Seu Assisted Conversion Value é 3, pois ele participou de 3 caminhos de conversão (linhas 6, 24 e 25) que somadas geraram o valor 3;
- Seu Last Interaction Value é 1, pois no caminho da linha 24, ele foi o último passo da conversão que gerou valor 1.
E se o canal participar de um caminho e ainda for o último passo deste mesmo caminho de conversão? É a mesma lógica denovo: o valor gerado entra nas duas contagens. Mais uma vez o exemplo da linha 12: o canal Direct participou da geração do valor 1 e ainda foi a última interação do caminho que gerou o valor 1. Assim, o valor gerado neste caminho de conversão vai somar tanto no Assisted Conversion Value, quanto no Last Interaction Value do canal Direct.
Atribuição de Crédito por CanalAtenção! É importante observar que o Google Analytics não distribui o valor gerado em um caminho de conversão entre os passos, pelo contrário, ele passa o valor integral para todos. O que quer dizer que, se um determinado caminho, por exemplo, linha 19 na tabela Top Conversion Paths (Referral > Organic > Direct) gerasse R$3.000,00 de valor, o Google Analytics iria somar R$3.000,00 para o Assisted Conversion Value do canal Organic e também iria somar R$3.000,00 para o canal Referral, além de também somar R3.000,00 ao Last Interaction Value do canal Direct.
E se o canal participar no meio do caminho e ainda for o último passo da conversão? Você já sabe: o valor gerado vai ser somado integralmente para Assisted e também para Last Interaction Conversion.
Sendo assim, é um erro assumir que, em nossa tabela de Assisted Conversions, o canal Organic foi responsável (no sentido de único responsável) por gerar $20 de valor de conversão. Uma conta do tipo “investi $2, recebi $20, logo o ROI foi 10″ não é correta. O canal foi co-responsável, ou seja, ele se envolveu na geração do valor $20, mas teve outros canais envolvidos também (provavelmente, na maior parte dos casos).
Com todo esse entendimento de distribuição de valores em nossas mentes, chegamos a pergunta final e mais perigosa de todas: Como atribuir o valor gerado em um caminho de conversão aos respectivos canais envolvidos? Voltando ao exemplo de R$3.000,00 gerados em um caminho Referral > Organic > Direct, seria correto distribuir R$1.000,00 para cada canal?
Muito provavelmente, não. A atribuição de valores por canal é um assunto muito delicado e cheio de detalhes mais complexos do que a distribuição por média aritmética permite cobrir. Se você estiver interessado em desbravar esta área, eu sugiro começar pelo artigo (em inglês) Multi-channel Attribution: Definitions, Models and a Reality Check, do Avinash Kaushik – no artigo, ele esclarece bastante sobre o assunto, especialmente sobre a complexidade envolvida em se fazer a atribuição/distribuição de méritos entre os canais de conversão.
Funil Multicanal no Google AnalyticsMesmo sem a precisão de uma atribuição de valores para os canais em seus caminhos de conversão, o Funil Multicanal do Google Analytics é uma ferramenta muito poderosa no auxílio a tomadas de decisão e trabalhos de todo dia. Recaptulando:
- Ele permite ver como as pessoas interagem com as diferentes fontes de tráfego até chegarem a conversão;
- Ele permite identificar quais canais mais aparecem no meio do caminho (como influenciadores), mas que talvez não tenham tanta presença como último passo antes da conversão acontecer;
- Ele permite ver como os diferentes canais influenciam a receita/valor gerado no site
E isto é somente a ponta, uma pequena parte da superfície deste imenso Iceberg, o Funil Multicanal. Dentro dele, ainda podemos analisar itens como:
- O que acontece com as visitas que começam em busca orgânica? (ou outro canal de sua preferência para análise)
- Quais canais levam os visitantes a converterem por busca paga? (ou outro canal)
- Quantos dias passam até o visitante converter?
- Quantas interações acontecem antes de uma conversão?
- Minha ação em redes sociais tem sido positiva? Em Facebook? Em Twitter?
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Curso de SEO
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Curso de Monetização de Sites em Belo Horizonte
Olá leitores da MestreSEO,
No próximo Sábado, dia 28 de Abril, estarei em Belo Horizonte, desta vez como aluno, para aprender mais sobre Monetização de Sites. O curso organizado pelo SEM Dúvida traz como professores 2 grandes referências na área: Maurício Zane, da Adpop, e Jhonny Jessé (Coca Gelada), da Agência AO5. Ambos os professores já participaram do MestreCast conosco, nos programas de “Monetização com muito gelo“, “Táticas para Adsense“, “O Mercado de SEO no Brasil” e por fim no cast mais recente “O Vencedor do Desafio“.
Detalhes do CursoComo dito anteriormente, o curso será ministrado por dois professores já conhecidos por vocês, o Maurício Zane e Jhonny Jessé, que irão abordar os seguintes temas:
Monetização- De onde viemos e pra aonde vamos
- Como funciona o bolo publicitário
- Google Adwords vs Google Adsense
- Como funcionam demais programas de afiliados
- Adsense em números
- Mercado Livre
- Submarino
- Lomadee
- Afilio
- Cases de Sucesso
- Ativação da conta
- Como receber
- Conta empresarial x Conta Física
- Dados Financeiros e Bancários
- Imposto de Renda para Publishers do Google Adsense
- Conta empresarial
- Entendendo a nova interface do Google AdSense
- Como adiciionar a publicidade no site
- O que são critérios?
- Tipos de blocos
- Tamanhos e formatos
- Como criar canais
- Como escolher nichos
- Como filtrar anúncios
- Integração com Analytics
- Tirando proveito do Google Analytics
- Diretrizes
- WordPress
- SEO
- Social
- Layout
- Cores
- Page Layout (google update)
- Dois layouts no blog
- Blocos nas categorias e outras páginas
- Como escolher nichos
- Hype
- CPC vs Volume de Busca
- Estratégias de conteúdo avançadas
Todo aluno do Sem Dúvida, além de muito conhecimento, sai ganhando:
- 60 dias de acesso gratuito à SEOmoz Pro
- 30 dias de acesso gratuito à Majestic SEO
- 30 dias de assinatura Ouro na Mestre SEO
O curso já está nas últimas vagas, pois já adquiri a minha e a do Frank Marcel, então é melhor correr para fazer a sua inscrição. A inscrição é feita pelo site do Sem Dúvida e pode ser dividida em até 12x pelo PagSeguro.
Nos vemos lá!
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Curso de SEO
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O Google na Caça das Redes de Links
Olá leitores da MestreSEO,
Toda vez que ministro uma das nossas turmas do Curso de SEO, eu faço questão de ser o professor do módulo de Black Hat. Em todas as 19 oportunidades, eu inicio o módulo narrando para todos os nossos alunos as diretrizes para webmasters, um conjunto de regras e dicas que o Google descreve como imprescindíveis para o seu site estar listado nos resultados de busca.
O Google divide as diretrizes em 3 áreas: Diretrizes de conteúdo e design, Diretrizes técnicas e as Diretrizes de qualidade. Logo no texto de introdução, o buscador ressalta que caso você decida não implementar as sugestões referenciadas nas diretrizes de conteúdo e design; e nas diretrizes técnicas, é recomendado que você preste atenção às “Diretrizes de qualidade”, que destacam algumas práticas ilícitas que podem levar à remoção de seu site do índice do Google ou à ação manual ou por algoritmos de spam.
Ainda que eu repasse as diretrizes com os alunos do curso, vejo sempre que muitas delas são violadas por estratégias antigas, defasadas e que sua implementação é quase sempre instigada pelo mantra: “ahhh o meu concorrente faz isso e está no 1º lugar, vou fazer o mesmo”. Muita calma, vamos discutir melhor.
Você Não Tem a Visão CompletaEm um dos meus embates mais importantes da minha carreira profissional com o ex-googler (na época era um googler) Pedro Dias, discutimos a SERP para a palavra-chave “otimização de sites”, onde eu ressaltava um site que visualmente violava as diretrizes para webmasters por conta de uma rede de links que ele “organizava”. Na oportunidade, a frase do Pedro foi muito desprezada por mim, mas ele disse exatamente: “Ricotta, você não tem a visão completa”. Em outras palavras, o que o Pedro, na oportunidade queria me dizer é que existiam outros fatores para que aquele website em questão estivesse posicionado.
O website poderia estar violando as diretrizes, mas talvez a “estratégia” que eu ressaltei não estivesse fazendo qualquer efeito. Talvez ainda, o Google soubesse do problema e estaria aguardando alguma punição de forma algorítmica. Talvez até o nome do domínio estivesse influenciando no posicionamento.
Entenderam o ponto? Existiam diversos fatores que eu não estava visualizando e talvez até hoje não tenha pensado, que estavam fazendo a diferença no momento. O que podemos extrair disso é que nem sempre, o que estamos vendo é o que influencia o Google. Não podemos “copiar” uma estratégia de um concorrente sem pensar no fato de que ele pode estar violando as diretrizes e, em algum momento, ele pode ser penalizado e, se você copiá-lo, irá ser penalizado também.
As Redes de LinksTratando especificamente de redes de links, ela é uma das estratégias que mais vejo alunos do curso praticando até o momento que descobrem que é uma violação das diretrizes. O Google é bem claro neste ponto:
Não participe de esquemas em que os links são usados para aumentar a classificação do seu site ou que utilizem o PageRank. Evite, principalmente, links para autores de spam ou para “más vizinhanças” na web, já que esses tipos de link podem prejudicar a classificação do seu site.
Exemplos clássicos de “esquemas de links” ou “redes de links” são os famosos sites que você pode pensar em criar, onde os mesmos referenciam sites que sejam seus também. O problema aqui é a intenção. Se você cria um blog para a sua empresa, que fica hospedado em outro domínio e faz referências ao site da empresa em alguns momentos, você está ok. Mas se você cria diversos sites de apoio, cada um focando uma área, onde cada um deles referencia o outro, através de links, isto pode gerar uma violação das diretrizes.
Veja por exemplo o caso mais recente da Home Depot. A empresa, através de uma carta aos seus parceiros solicitando que eles criem um link com determinadas palavras-chave no texto âncora, além de endossar que o link seja escondido. É uma prática totalmente ilícita, tanto pelo lado da criação dos links, quanto escondê-los.
Outras Ações do GoogleProvando a sua luta contra as redes de links, o Google começou a identificar, policiar e desindexar, programas que garantiam o ganho de links para melhorar o seu posicionamento nas buscas. Uma das primeiras “vítimas” foi a famosa rede BuildMyRank.com, que confirmou ter quase toda sua rede desindexada no Google no dia 19 de Março.
Vale lembrar ainda os casos da Forbes, Overstok e JC Penny que também tentaram manipular o Google através da compra de links.
O Google Ainda Oferece AlertasAinda que pareça complicado entender o que o Google “enxerga” o que são as redes de links, existem várias informações em fóruns de que o Google está enviando desde o começo de Abril uma mensagem avisando de possíveis links “artificiais” ou “não naturais” apontando para o seu site.
A mensagem, neste caso em inglês, está composta desta forma:
Dear site owner or webmaster of ….
We’ve detected that some of your site’s pages may be using techniques that are outside Google’s Webmaster Guidelines.
Specifically, look for possibly artificial or unnatural links pointing to your site that could be intended to manipulate PageRank. Examples of unnatural linking could include buying links to pass PageRank or participating in link schemes.
We encourage you to make changes to your site so that it meets our quality guidelines. Once you’ve made these changes, please submit your site for reconsideration in Google’s search results.
If you find unnatural links to your site that you are unable to control or remove, please provide the details in your reconsideration request.
If you have any questions about how to resolve this issue, please see our Webmaster Help Forum for support.
Sincerely,
Google Search Quality Team
Resumindo a carta em bom português, o Google entende um conjunto de links como artificiais e está avisando os webmasters. Até aí tudo bem, mas eu gostaria de chamar a atenção para a frase “please provide the details in your reconsideration request”, a qual me leva a um pensamento: será que com os detalhes de como o webmaster adquiriu os links, o Google pode identificar as redes de links como o BuildMyRank.com e desconsiderá-los de seu índice / grafo de links.
ConclusõesComo disse no início do artigo, recomendo sempre a leitura das diretrizes para webmasters. Elas indicam o que você não deve fazer para ter uma vida saudável do seu site em todo o período de existência. Um profissional de SEO deve ter sempre as diretrizes em mente todos os dias de seu trabalho como profissional.
Não entendo ainda de onde as estratégias de links aparecem ou quem educa os profissionais com este tipo de “conto de fadas”, mas o que eu posso afirmar a vocês é que esta é uma estratégia que está evidência no radar do Google. Não é sábio investir em manipulações de links, ainda mais em um momento como este.
Fica aqui o convite a todos os leitores, leiam e revisem os seus sites baseado nas diretrizes para webmasters. Correr riscos, nem sempre é inteligente quando se tem uma marca, uma reputação e uma ética a defender: a sua.
Créditos da imagem para Thomas Hawk.
Artigo produzido por MestreSEO, empresa especializada em Otimização de Sites. Não perca a oportunidade de conferir as nossas ferramentas de SEO.
Artigo Original: O Google na Caça das Redes de Links
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Boas Práticas para o Trabalho no Google+
Olá, amigos!
Seria mais um dia de conversarmos um pouco mais sobre o Facebook em nossa coluna, mas peço uma licença à todos para trocarmos um pouco de rede social.
Vocês podem até torcer o nariz, dizer que não vai vingar, que não tem ibope e nunca terá, mas o Google+ está aí, está crescendo e, portanto, seria bacana comentar um pouco sobre ele.
Nossa coluna semanal traz uma breve lista de boas práticas, um top de ações que devem ser levadas em conta caso você deseje dar um pouco mais de atenção ao Google+, que andou repaginando seu visual (para alegria dos críticos, já que algumas coisas lembram bem o Facebook) e, segundo a própria empresa, alcança cerca de 170 milhões de usuários no mundo.
A MestreSEO já abordou a rede social direta e indiretamente, trazendo pontos estratégicos que podem influenciar nas SERPs, seja em termos de valorização de um conteúdo, personalização ou destaque a um autor dos textos que possua perfil lá dentro.
Tem até palestra do Fábio Ricotta (a qual adaptei para apresentar também em Ribeirão Preto, recentemente) que comenta bastante sobre o valor do +1.
Enfim, o Google+ tem sua importância e, para você que já está nele ou está começando, segue abaixo uma lista de ações para seu trabalho:
Trabalhe o ConteúdoA primeira dica é básica e vale para qualquer rede social. Tudo bem, você já deve ter ouvido ou lido por aí que o conteúdo, quando bem trabalhado, chama mais atenção do usuário e tende a ser mais “socialmente compartilhável”.
No Google+, o discurso não é muito diferente. Mas há alguns pontos a serem considerados: a rede social permite o uso de negrito, itálico e outras firulas para deixar a postagem mais atraente.
Colocar o texto entre asteriscos, por exemplo, dá o efeito negrito, enquanto o underscore _ deixa o texto em itálico. Neste link, você encontra estes e demais atalhos permitidos pelo Google+.
Não esqueça que é bom maneirar nos negritos e itálicos. Utilize o primeiro para ressaltar keywords, pontos importantes de um post, mas sem exageros.
O Google recomenda, em suas práticas, tentar fazer perguntas aos seus seguidores durante uma postagem, estimulando-os a marcar +1 ou comentar. Também é uma boa pensar em mencionar marcas ou usuários com o + antes do nome (exatamente com o @ no Facebook).
Na Semana e No TrabalhoA Simply Measured, uma das ferramentas de análise de redes sociais que temos por aí, soltou recentemente um levantamento estatístico das postagens no Google+.
Englobando marcas, círculos e outros dados interessantes, a pesquisa trouxe também uma importante informação: “a maioria dos posts no Google+ acontece durante a semana e durante o horário de trabalho”.
- 86% do engajamento acontece durante o período de trabalho (Entre 5 e 17h)
- 89% de todo o engajamento acontece nos dias de semana
- Quarta é o dia mais popular para empresas postarem e para usuários engajarem com estes posts
- O mais alto nível de engajamento com posts de marcas acontece entre 9 e 10h da manhã
Já um estudo do Google confronta a informação, dizendo que a maioria dos usuários está online na rede social entre 13 e 15h, sendo de 10 às 13h o melhor período para se postar um conteúdo.
Outra informação relevante da Simply Measured diz respeito ao tipo de conteúdo que engaja mais os usuários. O apelo visual, pra variar, se destacou consideravelmente.
Círculos, círculosTalvez a melhor segmentação entre as principais redes sociais (Twitter e Facebook na lista), os Círculos do G+ podem e devem ser utilizados para perfis e páginas.
Fácil de usar, os círculos podem ser uma boa para atingir diferentes tipos de usuário, fazer um contato diferente com parceiros e publicar informações exclusivas. Lembre-se que, como uma marca, você só pode montar círculos com outras marcas, sendo que elas precisam te acompanhar também.
Vamos pegar um exemplo prático, imaginando uma possível organização do perfil do nosso aniversariante da semana, Fábio Ricotta:
Como um bom estudioso de SEO, o Fábio pode montar um círculo recheado de pessoas influentes na área. Também pode reunir, em um outro círculo, apenas o seus colegas de MestreSEO, para compartilhar algum conteúdo relevante para ser discutido internamente, ou ainda pode criar um círculo com as empresas que fornecem conteúdo de SEO para ler as notícias…
Enfim, as possibilidades são imensas. Lembre-se sempre que o Google+ permite que você escolhe qual círculo deseja postar determinado conteúdo. Assim, você pode segmentar bem o jeito que escreve, o que compartilha e atingir diretamente o público desejado.
Hangouts!A grande atração do Google+ deve ser usada. O Hangout é uma arma poderosa e ganha cada vez mais espaço. Só pegarmos como exemplo o a dupla Pedro Dias e Ariel, que periodicamente reúne os amantes do SEO para discussões relevantes.
O seu uso é simples. Os participantes se juntam de maneira fácil também. Com uma boa conexão de Internet, toda transmissão fica em excelente qualidade e a possibilidade de reunir até 10 usuários dá margem para diversas ações interessantes.
Faça como os ex-Googlers acima, reúna o pessoal que acompanha teu trabalho, dê voz a eles. Ou então, faça uma reunião com outros especialistas, promova um debate interessante que possa, ou não, contar com o público. Um exemplo foi o hangout feito pelo NY Times durante as finais do basquete universitário, com três repórteres da casa e cinco fãs.
Aliás, o NY Times é certamente um grande case de como o hangout funciona para relacionamento com os fãs. Também é da famosa empresa de comunicação norte-americana o primeiro lugar como a que mais engaja no Google+, conforme esta pesquisa.
Interaja, sempre!Não é uma dica, nem o segredo da felicidade, mas interagir é básico e essencial. Como já falamos em conselhos para o Facebook (até citei o caso “FX” em minha palestra no TcheSEO), não deixe seu usuário seguidor sem resposta, sem um comentário. Fale com ele, responda os comentários, agradeça se o +1 fizer sucesso…
Outro ponto é envolver o usuário para criar tópicos e postagens. O famoso e clássico “O que você quer ver…?” ou “Que tal um post…?” sempre funciona!
Por fim, resumo as outras dicas em simples frases:
- Seja original: não é porque o Google+ é mais novo e menos acessado que você não dará atenção ao seu conteúdo. Poste de forma única, apenas para seus seguidores por lá. Não copie o mesmo texto do Facebook ou Twitter
- Verifique a sua página colocando o badge do Google+ em seu site. Além disso, você “informa” a seu público que possui uma página na rede social
- Esteja lá: se você criou um espaço no Google+, cuide dele. Poste, comente, interaja. Não deixe o local abandonado (como eu tenho feito)
Não se esqueça, claro, de mensurar todo trabalho. O Google Analytics já possui espaços que retornam resultados do Google+ para determinados sites e anunciou que, logo logo, uma nova e interessante área estará disponível integrando as duas contas.
Você pode ver um preview aqui, no grupo de SEO no Facebook, em um screeshot enviado pelo Leandro Pugliesi.
Artigo produzido por MestreSEO, empresa especializada em Otimização de Sites. Não perca a oportunidade de conferir as nossas ferramentas de SEO.
Artigo Original: Boas Práticas para o Trabalho no Google+
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O Facebook, o Instagram e o Domínio
Olá, amigos!
Gostaria de voltar à minha coluna semanal do Facebook abordando um tópico um pouco diferente. Todo mundo acompanhou a “bomba factual” que foi a compra do Instagram por parte da nossa querida rede social, pela bagatela de US$ 1 bilhão.
Partindo desta notícia e das movimentações recentes, decidi elaborar mais uma reportagem do que um texto ensinando ou noticiando a novidade. Para tanto, segui páginas e pessoas que acompanharam o caso e até lançaram suas opiniões. Com base em suas referências, montei a coluna da semana para colaborar no entendimento e opinião de vocês.
A CompraCom 17 meses de vida, a empresa que lançou um dos aplicativos mais famosos da Apple Store explodiu em termos de valorização com a negociação. O Instagram estava com um preço “fixado” em cerca de US$ 550 milhões, mas o Facebook arrebatou, no dia 9 de abril, pelo dobro. A notícia foi confirmada em diversos portais e sites, inclusive no blog oficial do app.
Mas qual o motivo?
Mr. Zuckerberg fez aquele discurso social de praxe, comemorando a parceria com o Instagram: “Por anos, nós focamos em criar a melhor experiência no compartilhamento de fotos com amigos e família. Agora, poderemos trabalhar ainda mais de perto com o time do Instagram para também oferecer as melhores experiências em compartilhar belas fotos no celular com as pessoas, baseados nos seus interesses”.
O fato é que Mark e seu Facebook se aproveitaram de uma onda crescente há algum tempo. Abocanharam, talvez, o mais popular aplicativo de fotos do mundo mobile e, em se tratando de penetração neste mercado móvel, Zuckerberg sabe que precisa ganhar terreno, já que o Facebook ainda está engatinhando por lá.
O Instagram conquistou, em seu período de vida, cerca de 30 milhões de usuários apenas no sistema iOS. No primeiro dia do lançamento para Android, mais de 1 milhão de pessoas instalaram o aplicativo. Dias após a chegada, esse número já deve ter crescido absurdamente.
“Este é um importante marco para o Facebook porque é a primeira vez que adquirimos um produto e uma empresa com tantos usuários”, completou Zuckerberg, que garantiu: “nós não planejamos fazer muito mais disso (comprar uma empresa por tanto dinheiro), se houver alguma”.
Adição ou “Atropelamento”?Mark comemora o fato de trabalhar junto com um novo time. Comemora a união das duas marcas para o bem de todos. Mas será que é por aí? Dois artigos matadores chamam a atenção para um lado extremamente importante e que faz total sentido: o Facebook temia o Instagram e, por isso, abocanhou a concorrência e não “adicionou um parceiro”.
Emily Price, no Mashable, traz um cenário expandido e bate nesta tecla de compra de concorrente. Ela diz que “para o Facebook, estar no jogo do mobile significa ser um dos apps que você usa no seu celular com mais frequência. Portanto, enquanto para o Instagram foi um grande ganho para a empresa, a grande vitória do Facebook é a equipe que foi adquirida na compra”.
Mas talvez ninguém tenha sido tão crítico e preciso quanto Om Malik. Em seu blog, o GigaOM, o autor traduz a frase de Mark Zuckerberg citada no tópico acima de uma maneira bem pesada:
O Facebook estava se borrando de medo e sabia que, pela primeira vez na sua vida, tinha um competidor que podia não só comer seu almoço, mas também destruir seus planos futuros. Por que? Porque o Facebook é essencialmente sobre fotos e o Instagram achou e atacou seu calcanhar de aquiles: o compartilhamento de fotos em mobile.
Malik vai mais adiante na sua análise e crítica mais uma vez o fato do Facebook não ser uma plataforma de mobile confiável e eficiente. Para ele, esse é o grande ponto e, de quebra, ainda analisa que o sentimento criado pela vinda do Instagram aos celulares motivou ainda mais essa movimentação financeira.
Analisem por um instante: o Instagram tem um apelo muito forte pelo lado sentimental, do usuário, justamente por conta dessa facilidade em compartilhar belas fotos, com ou sem os populares filtros. Por outro lado, o Facebook não possui tanto apelo sentimental, apesar da grande popularidade como rede social.
“As pessoas gostam do Facebook, as pessoas usam o Facebook, mas as pessoas amam o Instagram. O Facebook tem uma ausência de alma, enquanto o Instagram é todo alma e emoção”, finaliza.
Opiniões, opiniõesAlém de noticiar o fato da compra do Instagram pelo Facebook, diversos sites especializados e portais de notícia foram além e trouxeram análises sobre a movimentação.
Obviamente as opiniões divergem bastante e, se você quiser acompanhar os pontos de vista, trago abaixo uma lista de bons artigos falando sobre o tema:
CBS News – Facebook buys Instagram… But for what?
Guardian – Instagram and Facebook. Another tech bubble
Forbes – Instagram acquisition affirms Facebook is a bad investment
MacWorld – What Facebook’s purchase means for Instagram
Social Media Today – What Facebook really acquired from Instagram
Ricq – What Facebook’s Instagram purchase means for marketers
WebPro News – Facebook and Instagram represent an important shift in social marketing strategy
Mas e o seu uso?O que pouco se falou, ainda, é como o Facebook vai explorar a sua nova aquisição. Muita gente já apareceu nas redes sociais com idéias como “filtros extras pagos, para gerar um lucro” ou “plano premium”, etc.
Conversando com o Fábio Ricotta na hora da elaboração deste texto, levantamos a possibilidade do Facebook tentar capitalizar em cima das imagens e da plataforma, descobrindo alguma maneira de inserir anúncios no meio do aplicativo. É uma possibilidade.
Não acreditamos, porém, que o Instagram perderá sua característica e seu visual simples. Navegar por ele, postar, curtir e comentar fotos deve continuar sendo uma tarefa bem fácil, na maneira que fez o app se tornar o sucesso que é hoje.
Outra possibilidade é o Facebook desenvolver uma aplicação dentro de sua rede social, fazendo com que visualizemos nossas contas do Instagram, as pessoas que seguimos e as fotos. Como se tivéssemos um Instagram dentro do Facebook, em versão ampliada a do mobile. (vide o app Instapad para iPad, é um modelo exemplo)
De concreto mesmo, nada. O jeito é esperar.
Para concluir, um pensamento interessante: Os usuários tornaram o Instagram o que ele é hoje, deram ao aplicativo essa popularidade e destaque. O Facebook, portanto, não comprou uma empresa. Adquiriu, sim, uma equipe competente tecnicamente e uma base de usuários fiel, que só cresce.
Malandro, esse Mark Zuckerberg…
E você?E você? O que achou desta manobra do Facebook?
Acredita que o Instagram vai se complicar como um aplicativo, agora nas mãos do poderoso Mark?
Foi mesmo um “abocanhamento” de um competidor perigoso?
Deixe nos comentários a sua visão sobre tudo isso!
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Artigo Original: O Facebook, o Instagram e o Domínio
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Jornalismo e SEO
Saudações, amigos!
Estamos prontos para mais um MestreCast. O programa 59 vai abordar um dos tópicos quentes dos últimos tempos, englobando a turma das notícias, seja na redação ou nas assessorias.
O Jornalismo está cada vez mais digital, e por estar neste mundo online, não demorou para que a profissão conhecesse o lado de Search e Marketing. O resultado deste “encontro” é uma adaptação das funções, com empresas e profissionais aprendendo um pouco sobre o nosso mundo.
Para tratar sobre todo esse cenário, convidei dois jornalistas que atuam nos dois campos. O primeiro já é experiente na função e tem um histórico em nossa comunidade: Klaus Junginger, o ComputerKlaus. Ao lado dele, trouxe um profissional que está dentro de um jornal, vivendo essa mudança de perto: Guilherme Conter, da Gazeta do Povo, de Curitiba.
A dupla falou sobre como está essa transição do Jornalismo, como os profissionais estão se preparando e passou dicas e insights de como pensar Jornalismo com o SEO ao lado. Acompanhe também discussões interessantes sobre Google News, aplicativos de notícias e outros tópicos.
Links Comentados
Músicas desta Edição
Marc Robberttson – Evasion (album)
Matti Paalanen – Roomful of Emptiness (album)
Trafic de Blues – Time to Funk (abraços)
Sebteix – Volta (end)
MestreCast #59
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Artigo Original: Jornalismo e SEO
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Pergunte aos Mestres 1
Saudações, amigos da MestreSEO!
Chegamos com tudo para um programa diferente. Testando um formato que copiamos do colega Ubiratan Cunha, resolvemos responder às dúvidas dos nossos ouvintes em uma edição interativa.
Chamada de “Pergunte aos Mestres”, a ideia deste podcast (que acontecerá esporadicamente) é justamente receber as questões de vocês e, através de uma votação em nosso perfil do Google Moderator, selecionar as principais para que nosso time de especialistas responda.
A primeira edição, que corresponde ao MestreCast 58, contou com a mesa formada por Ique Muniz, Fábio Ricotta e Frank Marcel, que solucionaram dúvidas relacionadas a SEO, Google, Facebook e Google Analytics.
Agradecemos a todos que enviaram mais de 40 perguntas e, principalmente, quem foi selecionado: Heberson Barbosa, Pedro Villalobos, Lucas H Maia, André Silva, Ubiratan Cunha, João Paulo B, Binho, Pedro Mendes, Ricardo Oliveira, Alexandre, Koala, Lui Belfort, Maiara Urbano e Gisele.
Links Comentados
Martin MacDonald – Estudo Google Suggest
Músicas desta Edição
Grace Valhalla – Valhalla Rising (album)
Jocire – Jocire (album)
Best Like a G6 House-Electro Remix
Anitek – Nightlife (end)
MestreCast #58
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Artigo Original: Pergunte aos Mestres 1
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Redes Sociais: Analytics, Mensuração e Uso
Saudações, amigos da MestreSEO!
Vamos para mais um MestreCast? Pois chegou a hora da edição 57 de nosso programa de debates e notícias. Neste programa, reunimos novamente a nossa tropa de elite local para tratar de notícias recentes do mundo do Search.
Certamente vocês leram sobre o novo report do Google Analytics, focando em mostrar o desempenho de redes sociais e possibilitando uma melhor mensuração destes sites que nos ajudam dia a dia. Esta novidade foi o centro da discussão entre Ique Muniz, Fábio Ricotta, Frank Marcel e Domicio Neto.
Também falamos sobre o Pinterest, que decidiu travar os seus links com nofollow após todo mundo abusar da situação. Pra encerrar, comentamos sobre o uso de redes sociais.
Neste MestreCast, entenda quais os benefícios da novidade do GA, saiba que é importante esperar por mais atualizações, como fazer tracking com multi channel, veja os pontos de vista sobre ações no Pinterest, como usar seu twitter como personal branding e, por fim, veja como um baiano se enrosca para começar o programa.
Links Comentados
Novidade Google Analytics – Relatório de Social
Social Data Hub
Pinterest com NoFollow
Twitter como Personal Branding
Músicas desta Edição
Anitek – Instrumentals vol.9 (album)
Anitek – East Rain
Anitek – The Better Kids
Anitek – Supervisor Crew
Trafic de Blues – From Saint Denis
ULI – Pickguard
MestreCast #57
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Artigo Original: Redes Sociais: Analytics, Mensuração e Uso
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Alternativas para a Welcome Tab com a Timeline
Olá, amigos!
Já é fato para todo mundo a mudança das páginas do Facebook, se tornando agora timelines assim como os Perfis. Só que nem toda mudança traz só coisa boa (aliás, muitos têm reclamado da alteração).
Um dos pontos mais sentidos pelo pessoal que atua no Facebook foi a exclusão da welcome tab, ou seja, não dá mais para colocar uma página ou aplicação como sendo a primeira a ser vista por um usuário ao chegar em sua página de empresa.
Pensando nessa ausência, decidi trazer para vocês algumas possibilidades que servem como alternativa:
E agora, José?A primeira saída é a mais simples. Comentei por cima sobre ela no artigo destacando a nova timeline. Você tem, no topo de sua página, um grade espaço visual para explorar. A Imagem de Capa é agora a porta de entrada para o usuário e um conteúdo atrativo ali pode chamar mais atenção.
Há muitas empresas investindo nessa imagem. Outras, exagerando. Postamos na fan page da MestreSEO uma imagem que dá um aviso importante: juntamente com a timeline, vieram as novas guidelines para uso e as imagens de capa também têm suas regras específicas. Fique atento, pois está proibido:
- Incluir preço ou informação de compra, como “40% off” ou “Faça o download em nosso site”
- Colar informações de contato como endereço, email, mailing, ou qualquer outra informação que deve ser inserida na página de “Sobre”
- Inserir referências às funcionalidades do Facebook como “Curtir” ou “Compartilhar”, ou uma seta apontando da Imagem para essas funcionalidades
- Destacar chamadas de Ação (CTA), como “Adquira Agora!” ou “Conte para os Amigos”
Além disso, não é preciso reforçar que as imagens não podem ser falsas, enganosas ou coisas do tipo.
Inspire-se em algumas empresas que já fizeram boas capas. Apele para um de seus produtos e não se esqueça de usar imagens de alta resolução e qualidade, para que elas fiquem com melhor visibilidade ao serem encolhidas para caber nas dimensões da capa (851px X 315px).
Mas e a Aba Personalizada?Você deve estar se perguntando: o que eu faço agora com aquela aba que criei, caprichada?
Calma, não se desespere. Existem algumas saídas para trabalhar com ela. Primeiramente, use o novo recurso do Facebook de alterar a imagem de um aplicativo. Algo que era inconveniente para a maioria antes, agora é fácil de ser mexido.
Troque, também, a ordem dos programas na pequena lista de três aplicativos que são mostrados em destaque na timeline para páginas. Com isso, você poderá chamar um pouquinho da atenção do usuário. Fiz uma brincadeira na MestreSEO, apontando para a aba de Welcome que tínhamos antigamente:
Não é garantido que você vai atrair mais cliques neste ícone por conta da alteração, sendo mais criativo e criando uma imagem ou texto com call to action. Mesmo assim, qualquer tática deve ser considerada na hora de tentar atrair o usuário para clicar naquela aba que você criou.
Pin e EstrelaAs novas features de destaque de uma postagem dentro da página podem ajudar. Tanto o botão de estrela, como a opção de pin (fixar no topo) são saídas boas, se você souber explorar o conteúdo.
Traduzindo:
1) Faça uma postagem simples de linkagem da sua aba personalizada. Com a imagem criativa alterada, trabalhe no título e no texto do link. Como a maioria de vocês deve saber, é possível editar o link que será postado e é aí que sua criatividade entra para bolar um conteúdo legal para chamar o usuário para sua aba.
2) Depois use o botão de destaque para ampliar a publicação ou fixe no topo (assim ela sempre estará no alto da página, logo abaixo da imagem de capa, dos ícones de aplicativos, etc).
Se quiser, faça uma foto apresentando sua empresa imitando, ou não, a sua aba personalizada. Depois destaque a foto e fixe para aumentar o tamanho. Não se esqueça de colocar, na legenda da imagem, o endereço de seu site ou de sua aba.
Os Ads Salvam!Além de alterar o visual das páginas, inserindo a Timeline, o Facebook também promoveu mudanças na sua área de Ads. Novos formatos e funcionalidades foram inseridos (sim, estou devendo o artigo ainda) e, o que pode ajudar a divulgar uma aba personalizada é a possibilidade de direcionar um anúncio para ela.
Sendo assim, pense em anúncios direcionados para a aba de welcome. Divulgue sua página de empresa apontando para esta aba. Se você pretende angariar novos fãs, trabalhe no Ad para que ele seja atraente.
Ao clicar, o usuário será jogado para a aba e, aí sim, será recebido com um “welcome” no mesmo procedimento da fanpage clássica.
De Fora pra DentroUma sacada bastante interessante é apelar para os ícones de redes sociais de seu site ou blog. Algumas empresas já estão adotando a estratégia de, naquela caixinha com o logo do Facebook, colocar o link diretamente para a aba de welcome.
Assim, quando um usuário vier de fora para o Facebook, cairá numa aba personalizada, como uma mensagem de curtir ou alguma frase que o receba bem na rede social. Um exemplo que vi por aí foi da loja gringa CK Products:
Não se esqueça de reformular sua aba para o tamanho maior, já que agora as landing pages têm 810px de largura máxima. Se for apontar para o botão Curtir, repare que o mesmo agora encontra-se na ponta direita superior da tela.
Estas foram algumas opções bases que quis dividir com vocês aqui na nossa coluna de Facebook. São idéias que podem ser exploradas mais a fundo por cada um de vocês, que têm contato próximo com as páginas e precisam sempre trazer mais tráfego e angariar novos fãs.
Quaisquer outras idéias ou sugestões, compartilhem aí nos comentários.
Um abraço!
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Artigo Original: Alternativas para a Welcome Tab com a Timeline
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Aumente suas Visitas Retirando as Datas dos Posts
Olá leitores,
Meu nome é Ubiratan Cunha e trabalho como designer aqui na MestreSEO. Hoje vou compartilhar algumas dicas sobre o uso de datas em posts e como isso afeta suas visitas.
Se você possui um site em WordPress, também ensinarei como retirar datas de artigos e comentários.
Impacto das datas na sua visitaçãoApós realizar uma pesquisa no Google por um determinado termo ou frase, o usuário busca nos resultados pelos posts mais atuais e relevantes. Nessa hora, bons conteúdos, que possuem datas mais antigas, podem ser deixados de lado por passarem a sensação de que estão datados ou desatualizados.
A experiência tem nos mostrado que a simples ação de retirar as datas das suas publicações afeta diretamente as visitas, principalmente em posts mais velhos. Sendo assim, ensinarei como você pode fazer isso no seu site em WordPress.
Vale destacar que caso o Google não encontre uma data em seu post, ele utilizará a data dos comentários. Portanto, teremos que retirar as datas dos comentários também.
Retirar datas de postsAntes de iniciar, vale lembrar que nem todos os temas de WordPress são construídos da mesma maneira e, portanto, podem haver diferenças na hora de localizar as funções que mostrarei. Se encontrar dificuldades, faça uma pesquisa no diretório de seu tema a fim de localizar os arquivos que contém a função responsável por imprimir as datas.
Geralmente, os arquivos que vamos precisar modificar são:
- index.php (geralmente a homepage)
- category.php (categorias)
- archives.php (arquivos)
- author.php (página de autor)
- search.php (página de pesquisa)
Você pode encontrá-los acessando a raiz de instalação do site e fazendo o seguinte caminho:
wp-content > themes > seu-tema
Se não encontrar algum dos arquivos listados acima, não se preocupe, pois com excessão do index.php, os demais são opcionais e podem não ser utilizados no tema.
A começar pela index.php, procure e remova a seguinte função: <?php the_time(“d M Y”); ?>, responsável por exibir a data da publicação. Para quem tem alguma intimidade com WordPress, ela costuma estar dentro do Loop. Confira a imagem abaixo:
Faça o mesmo com os demais arquivos e você terá removido as datas dos posts!
Removendo as datas dos comentáriosSe seu tema foi criado antes do WordPress 2.7, essa ação será mais fácil, pois basta remover a seguinte função do arquivo comments.php:
<?php comment_date(); ?>
A partir da versão 2.7 do WordPress foi introduzida uma nova função chamada wp_list_comments(). Ela gera automaticamente todas as informações relacionadas aos comentários, tais como: autor, avatar, data e muito mais. Se por um lado este novo recurso facilitou a vida de quem trabalha com WordPress, por outro dificultou um pouco mais a customização dessas informações.
Felizmente, essa nova função aceita o que chamamos de “callback function”. Que nada mais é que uma função que sobre-escreve a exibição padrão fornecida pela wp_list_comments. Pode parecer confuso, mas não é. Vamos aprender como utilizar este recurso.
Primeiramente, abra seu arquivo comments.php, procure a função wp_list_comments e passe o seguinte parâmetro:
Abra o arquivo functions.php e vamos criar essa função (a callback function) que está sendo chamada pela wp_list_comments. Para isso, basta colar o seguinte bloco de código (modelo de callback fornecido pelo Codex do WordPress):
function mytheme_comment($comment, $args, $depth) { $GLOBALS['comment'] = $comment; ?> <li <?php comment_class(); ?> id="li-comment-<?php comment_ID() ?>"> <div id="comment-<?php comment_ID(); ?>"> <div> <?php echo get_avatar($comment,$size='48',$default='<path_to_url>' ); ?> <?php printf(__('<cite>%s</cite> <span>says:</span>'), get_comment_author_link()) ?> </div> <?php if ($comment->comment_approved == '0') : ?> <em><?php _e('Your comment is awaiting moderation.') ?></em> <br /> <?php endif; ?> <div><a href="<?php echo htmlspecialchars( get_comment_link( $comment->comment_ID ) ) ?>"><?php printf(__('%1$s at %2$s'), get_comment_date(), get_comment_time()) ?></a><?php edit_comment_link(__('(Edit)'),' ','') ?></div> <?php comment_text() ?> <div> <?php comment_reply_link(array_merge( $args, array('depth' => $depth, 'max_depth' => $args['max_depth']))) ?> </div> </div> <?php } Importante: O nome da função tem que ser o mesmo inserido na wp_list_comments.Esta função está agora sendo responsável por toda a exibição dos comentários. Basta procurar dentro dela pela seguinte linha de código e removê-la:
Pronto! A data de comentário terá sido removida. Lembre-se entretanto, que como modificamos o processo de criação dos comentários, pode ser que algum elemento do seu CSS tenha perdido a referência. Faça os ajustes necssários para que o layout não pareça “quebrado” para o visitante.
ConclusãoAgora, é aguardar o bot do Google visitar seu site e atualizá-lo no índice. Com isso feito, acompanhe pelo Analytics o impacto desta mudança e veja se surtiu os efeitos desejados.
Espero que tenham gostado da dica! Deixem suas dúvidas e impressões nos comentários que terei o maior prazer em responder. Um grande abraço e até a próxima!
Crédito da imagem: http://www.flickr.com/photos/dafnecholet/
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Artigo Original: Aumente suas Visitas Retirando as Datas dos Posts
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O Vencedor do Desafio
Saudações, amigos da MestreSEO!
Hora de cumprirmos a promessa e entregarmos um programa especial. Há quase dois meses, lançamos o famoso Desafio da MestreSEO em sua quarta edição e, no último dia 15, conhecemos o site vencedor.
Agora chegou o momento de sabermos quem foi o autor da obra. Para tanto, o MestreCast 56 chega para entrevistar o campeão. E, para a surpresa de muita gente, o nosso número 1 deste ano tem apenas 14 anos!
Conheçam Victor Gamarra, garoto de Nazaré Paulista, que montou belas e criativas estratégias para vencer o Desafio.
O jovem campeão foi entrevistado por Ique Muniz, Fábio Ricotta e Mauricio Zane, que já está de olho no menino prodígio do SEO nacional.
Músicas desta Edição
Project System 12 – Lost in White (album)
MestreCast #56
Estamos no iTunes!
MestreCast no iTunes
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Artigo Original: O Vencedor do Desafio
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O que é a Rel=Author?
Visando cada vez mais entregar o melhor conteúdo aos seus usuários, o Google modificou seu algoritmo e implementou uma nova instrução que permite-o saber quem é o autor de um certo texto disponível na internet.
Em seus estudos, o google percebeu que certas pessoas são reconhecidas por serem bons autores e que as pessoas confiam mais em seus textos por já terem lido outros textos anteriores deste mesmo autor ou porque este autor é uma referência em um determinado tema, por exemplo o Fábio Ricotta em SEO.
De posse dessa informação agora é possível para o google informar em seus resultados o perfil da pessoa que escreveu o texto juntamente com a foto, dando assim muito mais destaque aos resultados de bons autores. Veja um exemplo abaixo:
Na imagem acima sublinhei em verde as principais mudanças, onde a Foto aparece em destaque, o nome de quem publicou e tambem “More by” que é saiba mais sobre a pessoa.
Como Implementar a Rel AuthorAntes de tudo é fundamental que você possua uma conta no Google Plus. Se tiver dúvidas sobre o funcionamento, veja mais sobre o funcionamento do Google Plus aqui neste tutorial.
Uma vez que sua conta já está criada, é necessário configura-la.
Dentro do seu perfil no Google plus, clique no botão de perfil no alto e depois no botão Editar perfil a direita. Agora procure pela caixinha Colaborador de, e após clicar sobre ela você estará editando-a. Agora clique em Adicionar Link Personalizado e você preencherá o endereço de seu site conforme visto na imagem:
Existem dois meios de implementar a rel autor. Em sites com apenas um autor e em sites com vários autores.
Sites com apenas um autorSites que possuem apenas um autor podem atribuir a este autor todo o conteúdo daquele site, ou seja, uma pessoa será a autora de tudo que existir em um determinado site. Esta implementação é mais simples e pode ser feita facilmente da seguinte forma:
Você precisa criar um link contendo a rel=author em todas as páginas do site para o seu perfil no Google Plus, o mesmo perfil onde você mais cedo criou o link mostrando o site o qual você é um colaborador.
O link deve ser da seguinte forma:
<a rel="author" href="https://plus.google.com/115790889988444601243/">Eduardo Gasparetto no Google+</a> Como obter a url do seu perfil no Google PlusPrimeiramente clique no botão de perfil no alto da janela, aqui mostrado em (1), após isso copie a url como mostrado em (2) até antes da barra (/). Esta é a url do seu perfil do Google Plus.
Dica de como colocar o link em todas as páginasUma dica de como colocar rapidamente o link em todas as páginas sem ter que editar texto por texto ou o html é colocando na barra lateral o link, como por exemplo: ”Siga-nos no Google Plus”, e desta forma todas as páginas do site terão o link.
Outro meio é colocar na sua Bio, aquele espaço no final do artigo onde existe um texto falando sobre a pessoa que escreveu o artigo. Caso seu site não tenha isso, existe um plugin de wordpress que facilita muito, o nome dele é Author Bio Box. Preenchendo seu perfil na aba usuários do wordpress, este plugin colocará esta descrição ao final de seus textos.
Pronto! Se você fez tudo certo, linkando o perfil do Google Plus para seu site e seu site para o perfil do Google Plus, já deve estar tudo funcionando. No final do artigo ensinarei como testar se a implementação está correta.
Mas e quando você escreve para vários sites ou no caso de sites possuem contribuição de vários autores é necessário um processo diferente para a atribuição da autoria.
Implementando em sites com muitos autoresEste é o processo um pouco mais complexo. Antes de partir para a prática, acho importante explicar o que o Google espera encontrar:
Normalmente sites em que possuem vários autores possuem uma página onde é possível visualizar todos os posts de determinado autor, esta é sua página de biografia ou BIO. Todos os seus posts devem possuir um rel=”Author” para esta página de BIO, e esta página deve possuir um rel=”me” apontando para o Google Plus. Este por sua vez deve ter a entrada Colaborador de (explicado mais acima) apontando para sua página de BIO do site em que você escreve.
Vamos aprender na prática:
Em cada post você precisa referenciar com a rel=”author” a sua página de autor do site, veja um exemplo. Para automatizar esta tarefa pode-se colocar na assinatura do autor que é inserida ao final dos artigos.
Exemplo:
<a rel="author" href="http://www.cnet.com/profile/iamjaygreene/">Jay Greene</a>O segundo passo é colocar a Rel=”me” apontando para o seu perfil do Google Plus na sua página de autor. Veja:
Exemplo:
<a rel="me" href="https://plus.google.com/105240469625818678725/"> <img src="//www.google.com/images/icons/ui/gprofile_button-16.png"> </a>Não esqueça de ir no seu perfil do Google Plus e referenciar a página de autor como um site que você é Colaborador de, desta forma fechando o ciclo. Este modo de identificar seus textos em vários sites é muito bom para jornalistas que usam SEO em seu trabalho.
Como testar a Rel=AuthorO Google disponibiliza uma área dentro do Google Webmaster Tools para que você possa testar se está funcionando sua autoria. Acesse o seguinte endereço:
http://www.google.com/webmasters/tools/richsnippets
Você deverá ver uma resposta parecida com a imagem abaixo, mostrando sua foto de perfil do Google Plus com a confirmação em verde:
Caso você receber algo parecido com a imagem abaixo, você fez alguma coisa errada.
ConclusãoAssumir a autoria por aquilo que você escreve pode ser o diferencial para trazer mais tráfego a seu site ou mesmo para trabalhar a sua marca pessoal. Acredito que cada vez mais o Google pretende tornar as buscas pessoais usando o que ele aprende sobre seus usuários no Google Plus.
Espero que tenham gostado. Qualquer dúvida deixem comentários.
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Artigo Original: O que é a Rel=Author?
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Inbound.org – Um agregador de notícias de marketing online
Olá pessoal,
Desde que ingressei na área de SEO, uma das coisas que sempre tento fazer é acompanhar as tendências do mercado. Seja indo em eventos, seguindo pessoas no Twitter, acompanhando blogs ou ainda perfis do Facebook, a vontade de absorver conteúdo, com a maior velocidade e qualidade possível é o meu objeto de desejo quando estou na Internet.
Recentemente, tomei conhecimento de um projeto muito bacana, o Inbound.org, idealizado e criado por duas mentes brilhantes, o Rand Fishkin, do SEOmoz, e o Dharmesh Shah, da HubSpot. Neste projeto, eles criaram um agregador de notícias para a área de marketing online, onde todo o conteúdo postado é gerenciado pela comunidade e organizado em diversas categorias super relevantes.
O interessante ao meu ver é que muitos profissionais e blogueiros da área de SEO, Links Patrocinados, Analytics e Social Media, estão notando que o Inbound.org é uma bela fonte de referência de tráfego qualificado e até mesmo, muitos, como eu, estão utilizando ele como fonte de estudo e descoberta de novos conteúdos de qualidade.
Ainda em termos de itens interessantes do projeto é que é possível votar nas notícias, algo nativo de agregadores, e ainda temos um local para discussão do tema.
Eu achei o projeto muito bacana e recomendo que vocês acompanhem o agregador através dos seus feeds e seu Twitter. Vale lembrar que eles tem muitas opções de RSS feed, separados por categoria, ou seja, se você quiser apenas os links de SEO, basta clicar aqui, ou ainda se você quiser somente os de Design / UX, basta clicar aqui. Para ver todos os RSS de categoria, visite este endereço.
Para os que são mais aficionados pelo Twitter, o Inbound.org tem um perfil oficial que tweeta as principais notícias do dia. Vale a pena seguir.
Um abraço e até a próxima oportunidade!
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Artigo Original: Inbound.org – Um agregador de notícias de marketing online
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Timeline para Empresas no Facebook
Olá, amigos!
Depois de um tempinho sem novidades, o Facebook voltou com força total em mais uma conferência para anunciar grandes mudanças em duas das suas principais áreas. A polêmica timeline, que invadiu os perfis e incomodou muita gente, está de volta: agora nas fan pages.
A mudança é bem significativa e realmente parecida com a que foi feita no perfil. Certamente teremos um novo barulho negativo por parte dos usuários e, segundo informações do próprio Facebook, as timelines nas fan pages entram pra valer apenas no dia 30 de março.
Outra novidade anunciada envolve os Ads do Facebook, que terão novos formatos e alterações na maneira de visualizá-los. Neste artigo, vamos detalhar a linha do tempo e, posteriormente, falamos dos anúncios.
Timeline para todosAo dar de cara com a timeline nas fan pages, a impressão é que estamos num perfil novo de alguém. Mas alguns pontos precisam ser destacados.
O primeiro deles é o fim da welcome tab. Tão aclamada como essencial para receber os novos visitantes e os não-fãs, as abas de abertura deixam de existir como opção nesta timeline para empresas.
Agora, é preciso apelar para a imagem de capa, aquela mesma que tem no Perfil, no topo da linha. Tal imagem deve ser pensada de maneira que atraia o usuário assim que ele entrar na sua fan page.
Outra novidade é o destaque de posts. Se você publica algo importante, que precisa prender mais a atenção de quem navega pela sua timeline, basta clicar na estrela no topo direito da postagem. Assim, ela será ampliada e destacada imediatamente. Uma boa alternativa.
Clicando no lápis ao lado da estrela, é possível alterar algumas opções da postagem. Uma das novidades é poder fixar no topo da timeline, outra maneira de destacar uma publicação, mas sem alterar seu formato original.
Aplicativos escondidosUm ponto que pode ter desanimado alguns é a forma como os aplicativos são exibidos. Aquele tradicional menu à esquerda, abaixo da foto, foi eliminado e para ver todas as apps é preciso clicar numa modesta seta ao final das quatro aplicações em destaque.
A exceção do menu de Fotos, todos os outros ícones podem ser trocados de posição para que ocupem os outros três espaços em destaque. Para isso, dentro desse menu dos apps, use mais uma vez o botão do lápis para editar e trocar a ordem.
Ícone alterávelUma das grandes dores de cabeça de quem usa aplicativos de terceiros no Facebook envolvia os ícones dos apps. Pagemodo, Static HTML e outras aplicações têm seus ícones e não era possível alterar a imagem exibida no menu dos aplicativos.
Com a nova timeline, o Facebook colocou a opção de editar as configurações do app, inclusive mexer nesta imagem que sempre incomodou. A personalização está completa.
Contato diretoUm dos boatos já lançados foi implementado nesta nova alteração de timeline. É permitido agora entrar em contato direto com a marca através de mensagens privadas, desde que a empresa habilite a funcionalidade na sua fan page.
Painel administrativoTalvez essa seja uma das mais bacanas novidades implementadas nessa timeline para fan pages. No topo direito da tela principal, existe um ícone de painel que abre todas as opções internas para que o administrador visualize o desempenho recente de sua fan page.
Na caixa do painel, é possível checar os recentes curtidores, as atividades de quem já é fã, as mensagens recebidas na fan page e um pequeno Insights com os principais dados. Todos os quatro stats vêm com o link “Ver todos” para visualizar os números em sua totalidade.
Essas são as mudanças principais da nova página para empresas no Facebook. Logo volto com outro artigo focando apenas na área de Ads.
Um abraço!
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Artigo Original: Timeline para Empresas no Facebook
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O Mercado de SEO no Brasil
Saudações, amigos!
Chegamos para o MestreCast 55 e já anotando um recorde para este humilde programa. Vocês enfrentarão uma maratona podcastal, já que esta edição está beeeem longa.
Pois é. Para quem gosta de ouvir nossos debates e nossos convidados, o programa 55 é um prato cheio. Lembram da pesquisa sobre o mapeamento do mercado de SEO no Brasil? Montamos uma mesa redonda para conversar sobre alguns resultados.
E foi realmente uma mesa. Já que estamos falando de recorde, o MestreCast desta semana tem SEIS participantes!
Ique Muniz e Fábio Ricotta recebem os amigos Juliano Barbosa (AO5), Alberto André (Seleto), Pablo Augusto (Nuva) e Mauricio Zane (o retardatário) para um grande debate.
Neste MestreCast, ouça, entre outras coisas: uma discussão sobre trabalhar para uma agência; como negociar e vender SEO; a relação entre ganho/performance; idéias para fortalecer e amadurecer o mercado; uma discussão sobre a característica do profissional de SEO e muito mais.
Como falado no início do post, é o maior programa já gravado. São quase Três Horas de duração e esperamos que vocês curtam, apesar do longo tempo! E quem está interessado em fazer o curso SEM Dúvida, ouça até o final. Tem promoção!
Links Comentados
Curso SEM Dúvida
Imagem Pedro Dias – Estratégias de Link Building
Músicas desta Edição
Matteo Cargnelutti – Moods (album)
Lovely Girls are Blind – Gennervilliers (album)
Marcos Alves – The Online Single (album)
Suchtmaschine – Kra! (album)
Javagore – Babastone (album)
ULI – Anfunk (album)
MestreCast #55
Estamos no iTunes!
MestreCast no iTunes
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Artigo Original: O Mercado de SEO no Brasil
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Pesquisa – Salários e Cargos do SEO Brasileiro
Olá leitores da MestreSEO,
Na última semana, divulgamos o mapeamento do mercado brasileiro que realizamos com mais de 200 profissionais. A pesquisa foi um sucesso e tivemos belos feedbacks e sugestões para novas pesquisas. Com a proposta de continuar a entender melhor o nosso mercado, estamos lançando uma nova pesquisa que visa mapear os cargos e salários dos profissionais de SEO do Brasil, algo que é muito controverso, principalmente pelas diferenças entre os mercados regionais.
A PesquisaA pesquisa é muito simples: separamos 4 perguntas básicas para entender melhor os profissionais:
- Qual estado do Brasil você trabalha?
- Qual o seu grau de escolaridade?
- Qual o seu cargo dentro da sua empresa?
- Qual o valor do seu salário?
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Artigo Original: Pesquisa – Salários e Cargos do SEO Brasileiro
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SEO para Blogs – Ganhando Milhares de Visitas
Olá leitores da MestreSEO,
Ontem eu tive o prazer de palestrar pelo 3º ano seguido na Campus Party, o evento que mais reúne geeks, nerds e aficionados por tecnologia por 7 dias em São Paulo. Com o convite do Edney Souza e Bia Granja, pude dar ao público uma enxurrada de dicas de como maximizar as visitas de seus blogs, com ações muito simples e diretas.
Como de costume, venho aqui compartilhar com vocês a apresentação para que todos possam ter acesso ao material oferecido no evento.
A Apresentação – SEO para Blogs SEO para Blogs – Ganhando Milhares de Visitas View more presentations from Fábio Ricotta Principais Pontos da PalestraOs principais pontos discutidos na palestra foram:
- Existem 4,7 milhões sites utilizando WordPress!;
- O plugin Wodpress SEO é um plugin que possui excelentes funcionalidades para um blog em WordPress;
- Para criar um grupo de artigos relacionados no seu blog, utilize o plugin nrelate Related Content;
- Para mensurar o seu blog, utilize o Google Analytics com o plugin Google Analytics for WordPress
- Não esqueça de otimizar o tempo de carregamento do seu blog. Para isto você pode utilizar o W3 Total Cache;
- Não esqueça de implementar os botões de social media (Twitter, Facebook e +1). Eles podem direcionar muitas visitas para o seu blog;
- O botão de +1 influencia certos grupos sociais em como o seu site irá aparecer nos resultados do Google;
- Segmente o seu tráfego de redes sociais através do Google Analytics para saber quais delas merecem mais atenção;
- Monitore a sua busca interna através do Google Analytics para que assim, você saiba o que deve privilegiar em sua home page ou termos de novos conteúdos;
- Para criar conteúdo focando “hypes”, fique de olho em portais, redes sociais e até mesmo na televisão;
- Para nichos, a dica é utilizar redes sociais, interagindo com o público, tais como Yahoo! Respostas, Twitter, Facebook, Google+ e outras;
- A reotimização de conteúdo é uma das estratégias mais interessantes para fazer em blogs que já possuem uma quantidade boa de conteúdo publicado. Você pode conseguir muito mais visitas apenas ajustando as suas postagens antigas.
Ainda que você não possua um blog, entenda as estratégias que são passadas na apresentação e aplique em seu site. Muitas das dicas e técnicas aqui relatadas funcionam em todos os tipos de sites, em diferentes nichos, para diferentes pessoas. Aproveite e faça hoje mesmo, para conseguir ainda mais visitas.
Espero que tenham gostado e até a próxima palestra!
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Artigo Original: SEO para Blogs – Ganhando Milhares de Visitas
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